"Quando [Ricardo Teixeira deixará a presidência da CBF]? Quando o sargento Garcia prender o Zorro", disse o ex-presidente do Corinthians ao jornal Folha de São Paulo, lembrando do herói mascarado que nunca acaba detido pelo personagem que o persegue.
Um dos dirigentes mais próximos a Ricardo Teixeira, Andrés Sanchezassumiu o cargo de diretor de seleções logo depois de deixar apresidência do Corinthians e reforça seu apoio ao mandatário. Evitouentrevistas enquanto o presidente estava em reunião na CBF e, quandofalou, foi com seu tom irônico para defender Teixeira.
Cotado para a presidência da entidade a partir de 2015, quando acaba oatual mandato de Ricardo Teixeira, Andrés Sanchez sempre repete quenunca trabalhou pensando em ser presidente da CBF. Mas ele, responsávelpor fortalecer Teixeira com o enfraquecimento do Clube dos 13 em 2011,frequentemente reforça: "também nunca trabalhei para ser diretor deseleções".
